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Líderes emocionalmente éticos: o papel da inteligência emocional e da liderança ética no flourishing e desempenho dos colaboradores”

Aluno: Mariana Alexandre Da Silva Coelho


Resumo
O presente estudo foi desenvolvido com o intuito de entender o fenómeno do flourishing, que é um conceito que cada vez tem recebido mais atenção, mas sobre o qual ainda pouco se sabe, nomeadamente, em Portugal. E como é um tema relacionado com o bem-estar e desenvolvimento dos indivíduos, que depende do meio envolvente, não pode ser considerado um tema isolado. Como tal, integrou-se neste estudo os conceitos de inteligência emocional e liderança ética, uma vez que estes têm sido levados em conta cada vez mais no seio das empresas. Tentou-se, então, perceber se, ao lidar com contextos dinâmicos e incertos, a presença de um líder ético emocionalmente inteligente pode ser uma mais-valia para uma organização. Tudo isto foi posto em perspetiva com o desempenho dos funcionários como variável dependente final e baseado na Teoria da Autodeterminação e na Broaden-and-Build Theory. A primeira teoria aborda a motivação e a satisfação das necessidades psicológicas básicas e a segunda diz respeito às emoções positivas, o aumento do reportório pensamento-ação e a construção de recursos pessoais. À vista disto, este estudo foi orientado para entender de que forma a inteligência emocional e um estilo ético de liderança afetam o flourishing e o desempenho dos colaboradores nas organizações. Para tal, foi construído e distribuído um questionário a uma amostra de PMEs e concluiu-se que uma liderança eficaz pode passar por líderes emocionalmente inteligentes, que promovem um ambiente de trabalho baseado no respeito, justiça e empatia. Isto ajuda na promoção do bem-estar e flourishing e, consequentemente, propicia a quantidade, qualidade e rentabilidade no trabalho.


Trabalho final de Mestrado